ARTIGOS

Nem toda palavra é direção, e nem todo silêncio significa ausência de Deus

Jó perde os seus bens, seus filhos, a honra diante da sua esposa e sua saúde sem sequer receber explicações, porque o centro da prova nunca foi a perda de tudo mas, a argumentação que atravessava o universo e colocou todos os seres espirituais, anjos e demônios diante de um dilema: Porventura Jó teme a Deus por nada?(Jó 1:9)

A consciência de seres espirituais como satanás legitima serviço e pagamento, nunca serviço por doação e gratidão, voluntariedade. Os amigos de Jó tinham uma palavra de ajuda, mas não a resposta para suas adversidades.

O silêncio de Deus não acontece por abandono, acontece porque há processos em que a explicação impediria a formação do caráter, e a honra determinaria a opção de Jó em servir a Deus voluntariamente, e a vergonha de satanás diante de um mero ser humano mortal.

Os céus que aguardava uma resposta a qual nosso Deus já tinha, observa Jó declarar sua fé inabalável no auge da sua dor: O Senhor deu, o Senhor tomou; bendito seja o nome do Senhor (Jó 1:21)

Sempre em frente, não importa o que aconteça, quem serve a Deus pelo o que Ele é, não há limites para sua carreira nessa terra. O diabo sempre se levanta para cair novamente, por que na verdade o viver é Cristo, e o morrer é lucro.

Pr Adélcio Ferreira – IBPMG

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