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Pastor quando meu filho/filha for casar qual é o conselho.

 Tenho dois conselhos: Um a moda antiga (Joelhos no chão), e outro a nova moda de redes sociais, e familiares.

 

Ao modo antigo a bíblia ensina que os filhos são como flechas nas mãos do guerreiro. (Sl 127.4). Os pais que acertam o alvo não só fazem seus filhos serem felizes, como também, são aprovados por Deus. E sequência desse relacionamento acertado são os filhos, dos filhos. (Como é feliz o homem que tem a sua aljava cheia deles! Salmo 127.5 )  

Já que é uma flecha se errar o alvo, vai se perder tudo que esperava como benção no casamento. Muitos divórcios são ocasionados em casamentos que vivem de aparência. Traições, brigas e até homicídios entre os cristãos. Tanto de líderes, como de liderados.

 

A oração é importante para que a pessoa certa seja ajuntada com a que procura um cônjuge. Há vários riscos a serem enfrentados. Ainda mais quando se trata de ministério. Então os pais devem avaliar bem a saída de um filho/filha para formar um novo lar. Qual seria o propósito de atirar essa flecha? Acertar o alvo, ou arrumar um divórcio, ou um adultério, ou um relacionamento conturbado para esse casamento.

 

É necessário oração e obediência a Palavra de Deus. Os pais devem ser obedientes a voz do Senhor, que com certeza se fará ouvir. Lembre-se de se orientar pelo seu ministério, e de seu filho ou filha. Já presenciei muitos ministérios lindos acabarem depois do matrimônio. 

 

O que sempre digo a um jovem é: O casamento é seu, você que vai fazer uma aliança perpetua, até que a morte te separe de quem você escolher para essa aliança.

A influência dos pois está em armar o arco, e na oração atirar a flecha. Cuidado com essa flecha, não poderá errar o alvo. 

 

O segundo modelo é o do mundo. Não se importam com ministério, nem mesmo com a fé. São casamento por prazer, músculos, beleza corporal, financeira, ou de caráter social, onde os pais resolvem casar seus filhos, por interesse próprio deles(Pais).

 

Tenho muitos problemas de desvios, brigas, agressões, e até afastamento da igreja por essa escolha sem a direção de Deus, mas, por interesses pessoais. Os pais casam esses filhos e é óbvio que, quem vai viver o resto da vida com que quem os pais escolheram, e influenciaram, não são os pais e sim os que esses país ajuntaram em nome de Deus.

 

Muito cuidado com a herança do Senhor, sem perceber muitos transformam essa herança e um prato de lentilha. Como um dia Esaú fez. Numa decisão onde somente a morte vai quebrar essa aliança, devemos ser bastante responsáveis, olhando sempre para o fruto ministerial que irá produzir esse ajuntamento. 

 

Quem escuta conselho, não escuta coitado.

 

Pr. Adélcio Ferreira – IBPMG

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