DISCUTIR A OBRA , OU FAZER A OBRA DE DEUS?

GRAÇA E PAZ. DISCUTIR OU FAZER A OBRA?

Em Lucas capitulo 9.1 diz: (E, convocando os seus doze discípulos, deu-lhes virtude e poder sobre todos os demônios, para curarem enfermidades). E também avaliando este texto em seu contexto mais a frente podemos ver a história de um homem com uma necessidade urgente. A cura de seu filho. Jesus estava no monte com 3 de seus discípulos enquanto lá em baixo 9 deles discutiam acerca de conceitos religiosos com os fariseus. Os fariseus eram os opositores teológicos de Jesus. E quando eles encontram os discípulos longe de Jesus começam a interrogá-los, e estes discípulos esquecem que esta não era a pauta de sua missão. E em meio a esta discussão surge uma pessoa com necessidades espirituais, mas os discípulos não puderam atendê-lo. Quando estamos preocupados em discutir a obra, estamos deixando de fazer a obra e de usar o poder de Deus em benefício das pessoas. Estas vêm até nós mas não podemos atender às suas necessidades. Jesus quando desce do monte chama-os(seus discípulos) de geração incrédula e faz aquilo que eles deveriam fazer em vez de tomar a frente deles na discussão com os fariseus. A pergunta dos discípulos é: Por que nós não podemos expulsar o demônio. A resposta de Jesus é bem clara. Em vez de estar eles discutindo assuntos teológicos, deveriam estar buscando a presença de Deus em oração e jejum. Façamos a obra de Deus enquanto há tempo. Deixemos as coisas e discussões desta terra para aqueles que estão desocupados com este grande oficio. Deixemos as discussões desta terra para aqueles que estão preocupados com as coisas deste mundo e em defender o seu interesse. Busquemos as coisas lá do alto. Tito 3:9 Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas, e nos debates acerca da lei; porque são coisas inúteis e vãs. Na maioria das vezes em nossa vida estamos preocupados demais com a nossa tarefa de defender o nosso ponto de vista/nossa teologia/nossa igreja etc. Vamos nos apegar mais a Deus. Buscar mais a face de Deus em oração. Jesus falava algo importante a estes discípulos, porém não compreendiam nada por que estavam preocupados com pães da terra. O problema não acontecia somente lá embaixo no pé do monte onde Jesus estava. Os que estavam com Jesus no monte também não compreendiam sua missão. Qualificaram Jesus na mesma condição de Moisés e Elias. Disseram eles: Ao se retirarem estes de Jesus, disse-lhe Pedro: Mestre, bom é estarmos aqui; então, façamos três tendas: uma será tua, outra, de Moisés, e outra, de Elias, não sabendo, porém, o que dizia. A Bíblia diz que eles não sabiam o que diziam. Comparar Jesus a Moisés e Elias era algo muito mal entendido teologicamente dizendo. Era uma teologia herética, humanista e sem a divindade de Cristo. O mesmo que havia dito (Tú és o filho do Deus vivo), muda sua teologia diante de acontecimentos sobrenaturais.
Deus imediatamente cuida para que Jesus fosse conhecido deles com Seu filho amado. Fazendo eles entender a diferença entre aqueles que foram meros homens de Deus e Aquele que é o próprio Deus encarnado. A voz do céu vem para corrigir a mente e a teologia daqueles 3 discípulos. A Bíblia diz: Enquanto assim falava, veio uma nuvem e os envolveu; e encheram-se de medo ao entrarem na nuvem. E dela veio uma voz, dizendo: Este é o meu Filho, o meu eleito; a ele ouvi. Depois daquela voz, achou-se Jesus sozinho. Eles calaram-se e, naqueles dias, a ninguém contaram coisa alguma do que tinham visto Lc 9.34-36. O cuidado com nossa teologia deve ser o de as coisas sobrenaturais não tirar a Glória de Deus de seu conteúdo. Cristo deve ser o centro de toda teologia, e não supostas manifestações espirituais. Deus nos abençoe.

Pr. Adélcio Ferreira

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